terça-feira, 25 de agosto de 2009

1º ato Minha arte escrita (Poesia que fiz para o Matheus)


Theus!
Não há lirismos na minha vontade,
Mas também não há maledicência ou piedades,
Há torpezas e não há freio, há por demasia ansiedade,
E um quê de servidão.
Que perversão é essa que invade meus sonhos
E nada faz?
Apenas meia hora... Tudo bem dez minutos,
Juro que mudaria teus hábitos,
Minha cabeça tão perturbada oscila entre
O descontrole de meu ímpeto e a natureza facínora de teu olhar.
Só espero poder provar de tua saliva,
Sugá-la de teus lábios entreabertos ou quem sabe
De uma bituca de cigarro,
Pode ser que teu escarro cheire a flores, quem sabe a sarro,
Secar tuas feridas com a língua e como uma navalha
Banhada em sangue morder tua língua, arrancar um pedaço.
Esquece! Não há tempo! Vem mata-me!
Quero morrer com essa ultimo momento:
A imagem de teu olhar de desejo e distância.
E enquanto não chegar esse momento
Guia minha mão direita e me faz explodir,
Pois apenas posso sentir
Teu cheiro por sinestesia,
Esse cheiro que me anestesia,
De lamento e encanto.
Pois creio que nem todo LSD do mundo,
Alucine-me mais que dez minutos ao teu lado (ou na frente, ou atrás.).

Um comentário:

Rafael disse...

Ro, parabéns!
Ah ah ah ah vc quer abusar do corpo do Mat isso sim!!!
=D
Abração